Terça-feira , 25 Setembro 2018
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Vergonha: Campo Alegre do Fidalgo não pagou o mês de dezembro, nem 13º aos professores.

Enquanto outros municípios da região como Gervasio Oliveira, João Costa, lagoa do Barro e São João do Piaui realizaram os pagamentos dos professores, incluindo o decimo terceiro, no município de Campo Alegre a situação é totalmente ao contrário.

Segundo matéria do portal AZ, no blog do JB, Professores e demais servidores da educação do município de Campo Alegre do Fidalgo fizeram uma manifestação pelas principais ruas do centro da cidade para cobrar o pagamento do salário do mês de dezembro, décimo terceiro e um terço das férias.

Uma vergonha para a administração municipal que obriga o maior patrimônio de um município que são os seus funcionários irem as ruas em plena véspera de ano novo para pedirem o que é de direito deles.

Antes de iniciar a manifestação foi realizada uma reunião na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Campo Alegre do Fidalgo (SINTECAF) coordenada pela presidente da entidade professora Vilene de Sousa Batista e contou com a participação de vários servidores dentre eles, professores, vigias, merendeiras, auxiliar administrativo, auxiliar de serviços gerais, e ainda o professor e vereador Francis Dias, professor e vereador Everaldo Torquato e o vereador Noé Santos.

Após a reunião os servidores saíram em manifestação usando carro de som, apitos, foguetes, nariz de palhaço e cartazes com palavras de ordem. Durante o protesto foram realizadas três paradas. A primeira em frente a residência do prefeito. Depois em frente a casa do secretário municipal de educação, e por último na calçada da secretaria de educação. Lá a presidente do sindicato fez uso da palavra e ao final os servidores colaram os cartazes na parade.

“Fiz várias ligações para o secretário municipal de educação Antônio Mariano da Mata na tentativa de conversar sobre o problema, mas não obtive resposta.Telefonei também para o prefeito mais foi em vão”, pontou Vilene de Sousa Batista.

Segundo a categoria de janeiro de 2017 a 28 de dezembro do mesmo ano somados juntos os valores do FUNDEB e FPM ultrapassa Um Milhão de Reais líquido o que entrou nos cofres da prefeitura dizem as lideranças do movimento.

“Não podemos aceitar isso. Se a situação não for resolvida vamos acionar a justiça logo após o recesso”, afirmou indignada a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Vilene de Sousa Batista.

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