Quinta-feira , 13 Dezembro 2018
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Militares se deslocam para reforçar segurança durante eleições no interior, urnas seguem na sexta e sábado.

Faltando três dias para as eleições, as tropas militares do Piauí já se deslocaram para as cidades do interior do estado, com a finalidade de manter a ordem e garantir a segurança da população. Os oficiais começaram a sair de Teresina na manhã desta quinta-feira (4).

De acordo com Polícia Militar, para cada local de votação, pelo menos um policial deverá acompanhar o momento dos votos.

“Ele vai estar no dia anterior guardando as urnas das sessões e no momento que iniciar o trabalho de votação pela manhã, ele vai se posicionar numa distância mais ou menos de 100 metros do local, e estará atuando previamente coibindo os crimes eleitorais, além das equipes que estarão circulando”, disse o coordenador de operações especiais da PM, coronel Márcio Oliveira.

As urnas eletrônicas já foram disseminadas, com os devidos lacres e já prontas para a votação. O transporte das urnas para sessões eleitorais acontecerá nesta sexta-feira (5) e também no sábado (6). No total, somam aproximadamente 11 mil urnas, mas somente oito mil serão utilizadas de fato.

As três mil urnas que restaram ficarão na reserva para que haja substituição em um possível problema. A Justiça Eleitoral do Piauí pede cautela aos candidatos e seus eleitores para que não aconteçam tumultos e negligências. Caminhadas e passeatas ainda podem ser realizadas somente até o sábado (6). Eleitores deverão realizar manifestações silenciosas e individuais.

“Ele pode usar um pequeno broche ou botão, uma pequena bandeira, mas a camisa a legislação eleitoral não permite a utilização. O eleitor ainda deverá entrar na sua sessão e faz sua votação silenciosamente sem tumultuar e atrapalhar o pleito eleitoral e o andamento das eleições”, explicou o diretor geral do TRE-PI, Geraldo Mota.

Os 2,3 milhões de piauienses vão às urnas no próximo domingo (7) e 64 deles votarão com seus nomes sociais registrados no título de eleitor. A cabeleireira transexual Sabrina Venturini falou sobre a mudança do nome social.

“Imagina só uma transexual ter um aparência feminina, mas o seu nome não ser reconhecido. Hoje em dia eu não sou mais constrangida em ter que usar o meu nome anterior, porque hoje eu já mantenho o nome civil registrado em cartório e não é mais uma coisa que tem que ser contestada”, disse a cabeleireira.

G1

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